Viagem Musical

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

LEÔA "DÁ BRONCA" EM LEÃO NOS ESTADOS UNIDOS.

Por Genildo da Silva Medeiros

Diz o ditado popular: uma imagem diz tudo! Quando não diz tudo, fala muito. Abaixo, imagem de uma fêmea que, instintivamente defende seus filhotes do próprio pai, o leão. Uma espécie de mensagem. Algo parecido com as relações humanas, quando a mãe resolve dar um basta no pai truculento ou agressor dos filhos indefesos.         




Imagem captada por fotógrafa amadora, uma leoa do Zoológico Nacional de Washington (EUA) ruge para o macho - e pai de seus filhotes
Crédito: Últimos álbuns da Folha.com

EX-MORADOR DE RUA COMANDA LEGISLATIVO, MAS O MINISTÉRIO PÚBLICO ESTÁ DE OLHO!

Reportagem assinada por Italo Nogueira

“Ex-morador de rua, o deputado estadual Paulo Melo (PMDB) vai comandar pela primeira vez a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), com o apoio do governador Sérgio Cabral (PMDB). Melo foi eleito com 121 mil votos, para seu sexto mandato.
A ascensão do deputado chamou a atenção do Ministério Público. Promotores investigaram por três anos o crescimento de seu patrimônio. Atualmente seus bens somam R$ 3,4 milhões, incluindo 12 terrenos, dois prédios comerciais e apartamentos em Saquarema, na região dos Lagos, sua cidade natal.
O inquérito foi arquivado por falta de provas. Segundo ele, sua fortuna foi construída com um escritório de despachantes do Detran -”Cheguei a ter mais de 50 funcionários”- e empreendimentos imobiliários.
Filho de um pedreiro e uma parteira, Melo vendia cocada feita pela mãe e pedia esmolas a turistas para ajudar a família, na infância.
Aos 11, fugiu para a capital, dormiu na rua e fez bicos. Ele diz ter pernoitado na escadaria do Palácio Tiradentes, sede da Assembleia. Acabou recolhido a um abrigo.
Melo se estabeleceu ao trabalhar numa concessionária de carros. Depois, passou a despachante do Detran.
Os contatos empresariais e o trabalho social que iniciava com crianças de rua o levaram à política. Em 1988, foi eleito vereador de Saquarema. Em 1990, deputado estadual pela primeira vez.
Em Saquarema, manteve por anos um centro social, que foi alvo da procuradoria.
O deputado foi acusado de improbidade administrativa por manter convênio de R$ 400 mil com a prefeitura quando a mulher dele, Franciane, era a vice-prefeita. O processo foi suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça.
Ao presidir a CPI do Propinoduto, na qual indiciou cinco fiscais de renda do Estado, foi acusado de poupar Anthony Garotinho.
“Conduzi no processo jurídico. Não perdoei ninguém. Seria teatro chamá-lo”, diz”.